Jantar Imperial. Estudantes do Curso de Gastronomia da Policamp fazem jantar com cardápio de mais de 200 anos.

A boa mesa dos tempos do Império. Um jantar diferente para um seleto grupo de oito convidados. No cardápio, de mais de 200 anos, Salada Carlota Joaquina (palmito, bacalhau e mix de folhas verdes), Cordeiro Estudo (cozido lentamente sobre purê de cará e couve frita), Pato Real (Manchon de pato confit com risoto de uvas e parmesão), Lombo – da Corte à Senzala (cubos de lombo, acon, farofa de ovos e creme de feijão preto) e, de sobremesas, Pera de Conserva, Massapães e Baunilha (pera cozida em vinho e especiarias com marzipã e baunilha).

Esse foi o Jantar Imperial realizado pelos estudantes do Curso de Gastronomia da Faculdade Policamp na noite do dia 19 de junho, numa mesa montada ao lado do Espaço Gourmet – Corina Escola de Gastronomia. A Chegada da família Imperial ao Brasil foi o resultado de um trabalho interdisciplinar que reuniu todos os conceitos, temas e práticas que foram apresentados aos estudantes do curso de gastronomia Policamp neste primeiro semestre de 2012.

A ideia, de acordo com o coordenador do curso, prof. Chefe Alex Caputo, era trabalhar a gastronomia e história. “O resultado superou minhas expectativas. Os nossos estudantes conseguiram provar que o nosso conceito – Seu Futuro na Prática –  é fundamental para o desenvolvimento enquanto futuros profissionais. Confesso que não havia visto tão bom desempenho em turmas de gastronomia neste estágio do curso”, comemorou o Chef Alex Caputo.

E os estudantes tiveram que se aprofundar num livro, cujas receitas são dos cozinheiros daquela época. A partir de 1824 – com a chegada da família imperial brasileira ao Brasil – a cozinha nacional passou por mudanças fundamentais.

Com a vinda de Dom João VI veio a cerveja, o sorvete, os frangos, os vinhos de qualidade, a doçaria portuguesa, as caldeiradas, os assados e cordeiro e cabrito, sendo que o cordeiro e o pato fizeram parte do cardápio oferecido no Jantar Imperial da Policamp.

 “A estratégia é medir a percepção de organização dos estudantes, que tiveram que cruzar a história, principalmente porque na hora do jantar da família imperial, havia todo um requinte e também exagero. As refeições tinham pelo menos quatro pratos, sendo dois peixes e duas carnes. A comida era típica da Europa, preparada de uma forma especial”, explica o Chef.

E os convidados – diretoria e alguns coordenadores – aprovaram, fosse pela qualidade da comida fosse pela beleza dos pratos, coisas de Chef. Tanto que o diretor geral da Instituição, prof. José Carlos Pacheco Coimbra, fez questão de parabenizá-los no próprio Espaço Gourmet. “Estão de parabéns, pela escolha do cardápio com pratos diferentes e maravilhosos, como pelo conteúdo aprendido. Isso é reflexo da proposta da Policamp, de preparar os estudantes para o mercado de trabalho”, disse.

Isso porque estão no primeiro semestre. Aguardem que eles concluírem o curso! Mais aqui

POR: DUDA GAMBETA

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